Inteligência cibernética acionável que transforma dados brutos sobre adversários, TTPs e indicadores em decisões antecipatórias para proteger marca, dados e operações.
aumento global em ataques de ransomware nos últimos 12 meses (ENISA Threat Landscape).
de credenciais únicas vazadas em compilações públicas conhecidas.
do MITRE ATT&CK Enterprise mapeadas a centenas de técnicas adversárias.
Cyber Threat Intelligence (CTI) é o processo de coletar, processar, analisar e disseminar informações sobre adversários, suas motivações, capacidades e técnicas — para que decisões de segurança sejam tomadas com contexto, não com palpites.
A definição clássica do Gartner: "evidence-based knowledge, including context, mechanisms, indicators, implications and actionable advice, about an existing or emerging menace or hazard to assets". Em outras palavras: inteligência só serve se você puder agir com base nela.
Visão de longo prazo sobre tendências, geopolítica e cenário de ameaças no setor.
Detalhes sobre campanhas, grupos APT e operações em andamento.
TTPs (Tactics, Techniques, Procedures) usados pelos adversários, mapeados ao ATT&CK.
Indicadores de comprometimento (IOCs): hashes, IPs, domínios, URLs, regras YARA/Sigma.
Modelo padronizado pela CIA e adaptado para CTI corporativo.
Definição dos Priority Intelligence Requirements (PIRs) com base no negócio.
OSINT, dark/deep web, fontes comerciais, ISACs setoriais, telemetria interna.
Normalização, deduplicação, validação e estruturação em formatos padrão (STIX 2.1).
Correlação, atribuição e avaliação de impacto. Análise estruturada com técnicas como ACH.
Entrega ao público certo, no formato certo: relatório, alerta, feed automatizado.
Refinamento dos PIRs e ajuste de fontes com base na utilidade gerada.
Base de conhecimento globalmente acessível com táticas, técnicas e sub-técnicas observadas em ataques reais. Cobre Enterprise, Cloud, Mobile, ICS e Containers.
Modelo de 7 etapas que descreve a anatomia de um ataque cibernético: do reconhecimento à ação sobre objetivos. Útil para defesa em profundidade.
Cada evento de intrusão é caracterizado por 4 vértices conectados: Adversário, Capacidade, Infraestrutura e Vítima — usado em análise de campanhas e atribuição.
Hierarquia de IOCs ordenada pela "dor" causada ao adversário ao serem bloqueados — de hashes (trivial) a TTPs (extremamente difícil de mudar).
Open Source Intelligence — fontes públicas, redes sociais, GitHub, Pastebin.
Fóruns Tor/I2P, marketplaces de credenciais e dados, leak sites de ransomware.
Fóruns fechados, canais Telegram/Discord, Russian-speaking forums.
Information Sharing and Analysis Centers setoriais (FS-ISAC, H-ISAC).
Provedores especializados com cobertura global e analistas humanos.
CERT.br, US-CERT (CISA), ENISA — alertas oficiais e vulnerabilidades.
Human Intelligence — engajamento controlado em comunidades clandestinas.
SIEM, EDR, NDR e honeypots para inteligência específica do ambiente.
Análise dinâmica de malware para extração de IOCs e TTPs.
Saídas regulares e sob demanda, no nível certo para cada audiência.
Relatório executivo trimestral com tendências, atores e cenários relevantes ao seu setor.
Alertas em tempo real sobre menções, domínios fraudulentos e abuso de marca.
Notificação proativa de credenciais corporativas em dumps e infostealers.
Indicadores estruturados prontos para ingestão em SIEM, SOAR, firewall e EDR.
Hipóteses baseadas em TTPs do ATT&CK para caça proativa de ameaças.
Inteligência sob medida para o seu setor. Solicite uma proposta.
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